Confesso, já tive um relacionamento abusivo com o dinheiro. Quanto mais eu ganhava, mais dívidas fazia. Foram erros dolorosos até entender que o dinheiro não é inimigo, é ferramenta e precisa ser programado para trabalhar a nosso favor.
Aprendi isso na prática;
Em 2021, em plena pandemia, no caos reduzi os custos em torno de 35%, sem nenhuma demissão. Em meio ao caos, encontrei oportunidades, resultado: foi o maior ano de faturamento com o menor custo.
Já em 2022, quando o mercado despencou, precisei cortar mais custo, cerca de 25%. Essa decisão deu fôlego para novas estratégias e me ajudou a recuperar o negócio.
Foi aí que a frase de Francis Bacon fez sentido: “O dinheiro é um mestre severo, mas um excelente servo.”
Na prática, tudo começa em definir prioridades e olhar para os números. Só existem duas formas de ter mais dinheiro em caixa: aumentar entradas ou reduzir custos. A mais rápida? Reduzir o que não gera resultado.
Entradas e saídas precisam estar claras. Essa tarefa é como beber água: essencial para a sobrevivência.
Quando você entende seus números, suas decisões se tornam mais certeiras.
E é nesse ponto que a estratégia começa.
Porque ao ajustar sua relação com o dinheiro, você também ajusta seus resultados.
Empreender é estratégia.
Crédito Colunista: Juliana Cirilo





