Crédito foto – Augusto Tomasi
Conheça rótulos que casam com os diferentes tipos de frio do inverno brasileiro
Basta as temperaturas começarem a baixar um pouco para a vontade de abrir um bom tinto aparecer para curtir o inverno em ótima companhia. Mas, num país de dimensões continentais como o Brasil, com diferentes tipos de inverno, um vinho ideal para os gaúchos provavelmente não o será para os cariocas.
De tintos estruturados a tintos jovens, a Cooperativa Vinícola Garibaldi passeia por distintos perfis a fim de atender à variedade não apenas de paladares. Eles também oferecem diferentes experiências para quem degusta. Vinhos mais estruturados, geralmente com estágio em madeira, aquecem mais por conterem mais álcool em sua composição, sendo mais indicados para quem mora em regiões mais frias, a exemplo das serras gaúcha e catarinense ou o sul paranaense. Os vinhos mais jovens, por sua vez, têm menos álcool, atendendo, assim, moradores de regiões com invernos amenos, como o Rio de Janeiro ou o Mato Grosso do Sul, por exemplo.
Abaixo, a Cooperativa Vinícola Garibaldi compartilha algumas sugestões de rótulos para serem degustados entre julho e setembro, a época mais fria do ano. Além dos tintos, as opções reservam alguns brancos e até espumantes, comprovando que sempre há um rótulo certeiro, independentemente do frio ou do calor.
Para regiões mais frias
Os vinhos da linha premium Garibaldi VG são uma ótima pedida para aquecer neste inverno. O mix é composto pelos varietais tintos Ancelotta, Marselan e Tannat, todos com 10 meses de maturação em contato com carvalho francês e americano. “São vinhos mais encorpados, com taninos mais presentes e uma acidez equilibrada, além de uma graduação alcoólica mais intensa, o que aumenta o aquecimento em boca, diz o sommelier da cooperativa, André Luís Rech. Em comum, os vinhos compartilham a cor vermelho rubi intensa, mas cada um deles oferece diferentes aromas. No Ancelotta, há aromas de frutas negras como mirtilo e ameixa, com notas tostadas e de especiarias, revelando uma grande complexidade aromática. Em boca, é intenso, com taninos firmes e vibrantes. No caso do Marselan, há notas de frutas maduras e notas tostadas que lembram café e especiarias no olfato, com o paladar de boa estrutura e taninos macios. No Tannat, os taninos estão firmes, mas domados, e o olfato traz aromas de complexos de especiarias, couro e notas tostadas. De modo geral, esses vinhos cuja graduação alcoólica varia de 12,8% a 13,2% harmonizam bem com pratos mais marcantes. “Vão muito bem com carnes assadas, risotos bem encorpados e massas com molhos mais estruturados, como por exemplo com funghi”, diz Rech.
Para regiões amenas
A necessidade de aquecer o corpo no inverno é menor em regiões cujos invernos são amenos. Sendo assim, vinhos leves são os mais indicados. Para esses lugares, os rótulos Granja União são ideais. A variedade é grande e passa por castas famosas como Cabernet Sauvignon e Merlot, além de Tannat e Cabernet Franc. “Todos eles são para o consumo jovem, são vinhos mais leves, mais fáceis de beber porque tem corpo menos intenso, acompanhando bem os dias de temperatura amena. Dá até para dar uma refrigerada, caso precise”, aconselha o sommelier. Esses vinhos maturam em tanque de inox por três meses em contato com carvalho alternativo. Visualmente, eles trazem uma cor vermelho rubi e apresentam taninos macios. Porém, cada um apresenta características de olfato diferentes entre si. O Cabernet Sauvignon tem aromas com notas de amoras pretas e um toque de menta e paladar robusto e denso. O Merlot tem notas de frutas vermelhas e um toque de especiarias, além de paladar jovem e leve. Já o Tannat exibe notas de amoras pretas, cassis, chocolate e um delicado toque de menta, com paladar estruturado, enquanto o Cabernet Franc mostra aromas de frutas vermelhas com um toque de especiarias e paladar leve. Carnes vermelhas, risotos e massas com molhos de média estrutura, além de queijos e embutidos, fazem boa harmonização com os vinhos da linha Granja União.
Saindo dos tintos Não é porque é inverno que os vinhos brancos precisam ser relegados. Alguns deles podem ser ótimos parceiros para os dias de inverno mais amenos. A dica é optar por brancos que estagiam em madeira, condição essa que oferece mais corpo a eles. Como o Acordes Chardonnay, linha super premium da cooperativa. Esse vinho passa por amadurecimento e afinamento em barrica de carvalho por seis meses. Quem quiser optar por um espumante também pode. A linha Garibaldi VG oferece exemplares elaborados pelo processo Charmat Longo, com 12 meses de autólise. “Isso o torna mais complexo, com mais corpo e potência, apresentando um aquecimento para quem quer harmonizar um bom prato de peixes ou frutos do mar”, explica Rech.
Fonte Assessoria de Imprensa





