Comunicação: a chave para prosperar em um mundo em constante transformação

Antes de seguir nesta leitura, vale conferir a primeira matéria em que compartilho como o podcast se tornou um ponto de virada na minha trajetória. Este texto é a continuação dessa jornada e mostra como desse projeto nasceu algo ainda maior. O podcast foi só o começo. A comunicação, que já havia me mostrado novos caminhos, abriu espaço para a realização de um sonho esquecido: criar um livro de coautoria, idealizado e organizado por mim, reunindo diferentes histórias de negócios e vozes em um mesmo propósito.

Vivemos em uma era onde a tecnologia avança rapidamente, moldando mercados, relações e comportamentos. Ferramentas como inteligência artificial, realidade aumentada e a WEB3 redefinem o que entendemos por conexão. Mas, em meio a essa revolução, a essência da comunicação — autêntica, humana e significativa — muitas vezes se perde.

PodCast em Mãos” surgiu como uma resposta necessária a esse desafio. O livro não é apenas uma leitura, é um chamado para resgatarmos a força transformadora das histórias e a conexão profunda que só a comunicação consciente pode oferecer.

Com relatos impactantes de empreendedores e empresários de diferentes áreas, a obra revela como alinhar propósito, criatividade e estratégia para criar laços duradouros e gerar resultados que vão além do esperado. Mais do que vender ou convencer, a comunicação abordada é uma ferramenta para construir pontes, fortalecer vínculos e abrir novos caminhos de prosperidade.

Se você deseja compreender como comunicar no presente para criar um futuro mais conectado e próspero, esse livro é essencial. A comunicação do agora não é só sobre tecnologia, mas também sobre pessoas.

Em dezembro de 2024, com a contribuição de pessoas especiais, lancei o livro Podcast em mãos: do áudio às páginas, reunindo 18 capítulos escritos por empresários que participaram do podcast e aceitaram o convite para tornar esse projeto possível.

Toda ideia começa em uma conversa. A diferença é o que fazemos depois dela.

 

Crédito Colunista: Paola Klug

 

 

 

 

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